Impactos do coronavírus no e-commerce

Recentemente a Organização Mundial da Saúde (OMS), anunciou a pandemia de coronavírus (COVID-19). Com o vírus batendo à nossa porta, a mudança no comportamento de consumo global sofrerá mudanças não pelo avanço tecnológico, mas por fatores sociais desencadeados pela necessidade da não disseminação do vírus. Isso aliado ao amadurecimento do setor de e-commerce promete um grande crescimento, mas quais serão os seus impactos?

Um levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), mostrou que as transações em mercados online cresceram 180% nas categorias de alimentos e saúde, por exemplo. É como se o setor estivesse lidando com a demanda que existe no período da Black Friday, por exemplo, um tipo de venda sazonal que contribui para o aumento de vendas em geral no comércio eletrônico.

Os impactos já estão acontecendo, mas ainda não sabemos o que esperar do e-commerce em 2020 com 100% de certeza. Em contrapartida, convém dizer que o aumento de oportunidades é inevitável com um grande número de pessoas em casa, até mesmo em relação àquelas que nunca fizeram uma compra online. Nessa situação, a tendência é que elas tenham essa experiência pela primeira vez. 

Marcas associadas às categorias de alimentos, bebidas, fármacos, saúde e beleza devem ter suas vendas aceleradas com o coronavírus. Categorias de bens duráveis, por outro lado, tendem a sofrer um pouco. Isso porque os consumidores devem priorizar bens essenciais, esperando por estabilidade social e econômica. 

Com o aumento de demanda por produtos essenciais de consumo, as lojas físicas serão desafiadas no quesito manter o controle do estoque. Já o e-commerce encontrará uma oportunidade de ser mais eficiente no processo de reposição e entrega, ajudando os consumidores a terem acesso a produtos em falta nas lojas físicas, ao mesmo tempo em que oferecerá a segurança desejada neste momento, o recebimento de produtos sem a necessidade de sair de casa. 

Antes do novo coronavírus, a ABComm divulgou um volume financeiro de R$ 106 bilhões em 2020 no comércio eletrônico, o que representa um aumento de 18% em relação a 2019. Com a nova realidade, as previsões devem ser refeitas e um novo relatório deve ser divulgado. 

O que será que vem por aí? 

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Maxisite

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